domingo, 31 de julho de 2011
E se disserem que o amor morre com tempo...
terça-feira, 17 de maio de 2011
É preciso que eu suporte duas ou três lagartas
domingo, 20 de março de 2011
E sobre a felicidade?
quinta-feira, 10 de março de 2011
Mas até o mais bravo leão.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
As vezes o que vejo, quase ninguém vê.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Hey, soul sister.

O que a cor da pele nos diz sobre alguém? O que sua nacionalidade diz sobre o seu caráter? O preconceito racial é algo enrustido na nossa cultura, mesmo ela sendo uma miscigenação de várias outras. Uma pessoa branca tem mais chances de arrumar um emprego do que uma pessoa negra pelos simples fato de ser branca? Superioridade racial é burrice, todos sangramos o mesmo sangue e respiramos o mesmo ar, todos vivemos no mesmo mundo e buscamos a mesma coisa. Felicidade.
Então quer dizer que só porque antigamente os negros eram escravos, hoje em dia quer dizer que eles não merecem respeito? E se fossem os japoneses que tivessem sido trazidos para o Brasil para trabalhar como escravos? Então as pessoas iriam me evitar na rua? E veriam minha família como uma classe inferior?
Mas deve-se existir o respeito mútuo. Do mesmo modo que uma pessoa negra pode andar com uma camisa que diz “100% negro” e se orgulhar, uma pessoa branca pode andar com uma camisa que diz “100% branco” e não ser tachada de racista. Por que chamar alguém de ‘preto’ é mil vezes mais ofensivo do que chamar alguém de ‘branquelo’?
Não estou dizendo que todos devem se amar, peço apenas que respeite o outro assim como você quer ser respeitado. Somos todos irmãos de alma.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Hard to understand.
domingo, 28 de novembro de 2010
Faith.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Eu sei, mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja números para os mortos. E, aceitando os números, aceita não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos números, da longa duração.
A gente se acostuma a esperar o dia inteiro e ouvir no telefone: hoje não posso ir. A sorrir para as pessoas sem receber um sorriso de volta. A ser ignorado quando precisava tanto ser visto.
A gente se acostuma a pagar por tudo o que deseja e o de que necessita. E a lutar para ganhar o dinheiro com que pagar. E a ganhar menos do que precisa. E a fazer fila para pagar. E a pagar mais do que as coisas valem. E a saber que cada vez pagar mais. E a procurar mais trabalho, para ganhar mais dinheiro, para ter com que pagar nas filas em que se cobra.
A gente se acostuma a andar na rua e ver cartazes. A abrir as revistas e ver anúncios. A ligar a televisão e assistir a comerciais. A ir ao cinema e engolir publicidade. A ser instigado, conduzido, desnorteado, lançado na infindável catarata dos produtos.
A gente se acostuma à poluição. Às salas fechadas de ar condicionado e cheiro de cigarro. À luz artificial de ligeiro tremor. Ao choque que os olhos levam na luz natural. Às bactérias da água potável. À contaminação da água do mar. À lenta morte dos rios. Se acostuma a não ouvir passarinho, a não ter galo de madrugada, a temer a hidrofobia dos cães, a não colher fruta no pé, a não ter sequer uma planta.
A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente molha só os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer a gente vai dormir cedo e ainda fica satisfeito porque tem sempre sono atrasado.
A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se de faca e baioneta, para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Se meu silêncio não lhe diz nada.
"De nada irá adiantar as palavras, pois é no silêncio das minhas palavras que estão todos os meus maiores sentimentos. Se você não se atrasar demais, posso te esperar por toda a minha vida." Oscar Wilde.
Mas há vezes em que palavras são inúteis, eu lhe digo algo mágico, os olhos falam. Os olhos são o portal da alma.Não existem acertos ou erros, apenas a ideia do que é certo ou errado. Tudo isso é tão relativo, e não há nada que eu faça que alguém possa julgar. E não há nada que alguém faça, que eu possa julgar. O seu coração dirá que direção tomar, não seu vizinho, seus sentimentos dirão se você deve ou não fazer, não seu psicólogo, você irá decidir como irá ser seu amanhã, não seu horóscopo. Minhas palavras tendem a desaparecer...
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Só quero que o dia termine bem.

E em meio a tantas coisas, a tantos problemas, reclamações, relacionamentos, em meio a tanta rotina, acabamos no esquecendo do essencial, do espírito, do cuidar, do sorrir, do se importar, do próximo. Todos somos egoístas, mas e aqueles que não possuem nada pra chamar de seu? O que lhes restam? Pensamos tanto no futuro, no amanhã, mas há pessoas que só rezam para sobreviver a mais uma noite. Que direito temos de julgar uma pessoa, por ela não ter uma casa? Por ela não saber ler? Que direito temos de julgar alguém pelas suas posses? O que isso diz sobre seu caráter?
